Top 5 – Lendas dos anos 80 e 90 prestes a se tornarem clássicos

As placas pretas são troféus cobiçados no universo do antigomobilismo brasileiro. Elas atestam que um exemplar de carro antigo não só foi bem conservado ao longo dos anos, mas também teve sua originalidade preservada, mantendo pelo menos 80% de peças originais. Para poder recebê-las, o veículo deve ter mais de 30 anos. Assim, em 2016 carros produzidos antes de 1986 já podem se candidatar, e aqueles feitos entre 1986 e 1991 estão a poucos passos de consegui-las. O Monza Classic, versão mais requintada do três-volumes da Chevrolet, surgiu em 1986.

Crédito: Acervo Estadão e Divulgação
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A Fiat lançou a primeira geração do Uno em 1984. De início, a versão com apelo mais esportivo era a SX, que apenas incorporava um carburador de corpo duplo ao motor 1.3; em 1987, o modelo finalmente ganhou uma versão esportiva de fato, a 1.5 R, com motor 1.5 de 86 cv, largas faixas laterais e cintos de segurança vermelhos.

Crédito: Acervo Estadão e Divulgação
Crédito: Acervo Estadão e Divulgação

Um dos carros mais desejados dos anos 1980, o Escort XR3 já está com um pezinho no panteão dos clássicos nacionais – já rodam por aí com placas pretas algumas unidades mais antigas, de 1985. Com a versão conversível, o Brasil voltou a ter um modelo de série com versão sem capota, o que não ocorria desde a década de 1960.

Crédito: Acervo Estadão e Divulgação
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Depois de passar quase anos sem lançar um modelo novo, a Chevrolet fez barulho com o lançamento do Kadett, em 1989. A mecânica e o acabamento eram derivados do Monza, mas o novo carro tinha personalidade própria e caiu no gosto dos consumidores. A versão esportiva GSi, de 1991, foi um hot hatch bastante digno para a época.

Crédito: Acervo Estadão e Divulgação
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O modelo mais icônico da Volkswagen brasileira teve opção “brava” desde 1984, quando surgiu a versão GT de 99 cv. Mas a revolução viria somente em 1988, com o lançamento do Gol GTi, modelo pioneiro no uso da injeção eletrônica no lugar do carburador. Os 112 cv despachavam o carrinho de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e o levavam até 185 km/h.

Crédito: Acervo Estadão e Divulgação
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