O Excepcional Ford Escort XR3 com 14 mil quilômetros rodados (16 fotos)

353

Lançado com apelo esportivo, o Ford Escort XR3 chegou ao Brasil para ficar, as versões Ghia e XR3 eram equipadas com motor de 1.6L, um dos mais desejados da época, sendo que o XR3 destacava-se com seus defletores aerodinâmicos, rodas aro 14, teto solar e bancos esportivos, formando um visual muito moderno para a época. O motor de 1.6L a álcool, tinha 73,4 cavalos, números que não faziam jus à esportividade sugerida pelo visual externo.

Em abril de 1985 surgia a versão XR3 conversível (cabriolet), primeiro conversível nacional fabricado com o aval de uma grande fábrica (antes deste modelo apenas o Volkswagen Karmann Ghia havia sido fabricado nesta configuração no Brasil), também com motor CHT 1.6L. O projeto e a produção deste novo modelo eram cuidadosas, e foi feita em parceria com a Karmann Ghia do Brasil Projetos Especiais, sediada em São Bernardo do Campo, SP. Logo esta versão também se tornou altamente desejada, e virou um sucesso, dando status à seus proprietários. No final de 1989, o acionamento da capota conversível passou a ser por comando eletro hidráulico. Em 1996 o modelo conversível deixou de ser produzido.

A segunda geração chegou em fins de 1992 já como linha 1993, nas versões L, GL, Ghia, XR3 e XR3 conversível. A partir daí, os motores CHT passaram a usar a nomenclatura “AE”. A versão L vinha com motor AE 1.6L. A GL podia vir tanto com o AE 1.6L quanto com o AP 1.8L de origem Volkswagen. A Ghia vinha apenas com motor AP 1.8L. Todas essas versões ainda usavam carburador e tinham versões a gasolina e a álcool. Já o XR3 chegou com motor AP 2.0i a gasolina, com injeção eletrônica multiponto Bosch LE-Jetronic (a mesma do Gol GTi) e 115,5 cavalos. Na linha 1994, o XR3 ganhou injeção multiponto FIC EEC-IV no motor 2.0L e uma versão abastecida a álcool com 122,4 cavalos, enquanto todas as outras versões abandonaram o arcaico carburador e passaram a usar também injeção FIC, porém monoponto.

O motor AE-1600 carburado é substituído em 1994 pelo AP-1600i. Em 1995, o XR3 ganhou novas rodas e ajuste de altura do volante.  Em 1996, a produção foi transferida para a Argentina para abrir espaço para produzir a nova geração do Fiesta no Brasil e o modelo perdeu as versões Ghia, XR3 e XR3 conversível, além da Hobby, da geração anterior, diminuindo muito a linha.

O caçador de raridades Reginaldo de Campinas acabou de resgatar um exemplar único do XR3 ano 1993 com motor 2.0 e apenas 14.000 quilômetros rodados, item de colecionador, o carro é um verdadeiro veja todos os detalhes dessa relíquia nas imagens abaixo:

e1
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e8
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e12
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e11
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e10
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e9
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e2
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e3
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e4
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e5
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e6
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e7
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e13
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e15
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e16
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e17
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas
e18
Foto reprodução / Reginaldo de Campinas

Fontes: Wikipédia e Reginaldo de Campinas