Único no Brasil: Lotus Omega foi visto pela última vez em SP com apenas 18 mil km rodados

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O Lotus Omega, também conhecido como Opel Lotus Omega na Europa, foi um carro que fez história na indústria automobilística. Este modelo foi concebido pela Lotus em parceria com a Opel/Vauxhall e produzido na Inglaterra de 1990 a 1992. Seu objetivo era criar um sedã esportivo de alto desempenho que pudesse competir com os melhores carros do mercado.

O exterior do Lotus Omega apresenta poucas diferenças em relação ao Opel/Vauxhall Omega convencional, como um aerofólio, entradas de ar no capô, logotipos da Lotus nas laterais e um velocímetro que vai até 300 km/h. Essas alterações são sutis, mas suficientes para tornar o Omega em um carro mais agressivo.

No que diz respeito à mecânica, o motor do Lotus Carlton é derivado do bloco de três litros usado nos Omegas GSi e CD, com alterações por parte da Lotus, passando este a ter 3638 cilindradas. Foram também adicionados dois Turbos Garrett T25, debitando assim 382 cavalos de força e 57,9 quilogramas-força de torque. A caixa manual de seis velocidades é derivada do Chevrolet Corvette ZR-1 de 1990. Com este conjunto, o Lotus Omega é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos e alcançar uma velocidade máxima de 283,9 km/h (segundo o fabricante). Na época, este modelo foi considerado o sedã mais rápido já produzido.

O Lotus Omega foi vendido em apenas uma cor, o verde imperial, que é um verde escuro próximo ao preto. Isso torna o modelo ainda mais exclusivo e raro, o que contribui para o seu valor no mercado.

No Brasil, o Lotus Omega é uma verdadeira lenda automotiva, com apenas um exemplar conhecido no país, visto pela última vez em uma garagem em São Paulo com apenas 18.000 quilômetros rodados esse lendário veículo teve fotos publicadas nas redes sociais pelo caçador de raridades automotivas Julio Raridades. O carro é extremamente cobiçado por colecionadores e entusiastas de carros esportivos de alta performance em todo o mundo.

Em resumo, o Lotus Omega é um carro que combina estilo, desempenho e exclusividade em um único pacote. Sua produção limitada, desempenho incrível e aparência única o tornam um dos carros mais desejados pelos aficionados por automóveis esportivos.

 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades
 Lotus Omega / Foto reprodução: Julio Raridades

No final dos anos 1980, a General Motors possuía a marca inglesa Lotus, que representava a Vauxhall na Inglaterra e a Opel na Alemanha. A GM queria que o Opel Omega tivesse uma aparência mais esportiva e de alto desempenho, assim como os modelos AMG da Mercedes Benz, Abarth da Fiat e M da BMW.

A Lotus decidiu transformar o Omega em um carro ainda mais potente, com dois turbocompressores Garrett T25, um virabrequim forjado e pistões novos. Esse trabalho de reconstrução completa feito pelos engenheiros da Lotus aumentou a potência do carro de 165 para 377 cavalos.

O carro foi equipado com uma transmissão manual de seis marchas, a mesma do então recém-lançado Corvette C4 ZR-1, que também foi desenvolvido pela Lotus. A suspensão original foi substituída por uma de competição, enquanto o diferencial escolhido foi o do V8 Holden Commodore, a versão australiana do Omega. Além disso, o Lotus Omega recebeu freios a disco dimensionados e ventilados.

Como resultado, o Lotus Omega se tornou um dos carros de rua mais rápidos do mundo em sua época, com seu velocímetro marcando 300 km/h e chegando bem perto desse valor. Foram produzidas apenas 950 unidades do Lotus Omega Type 4 Sports Sallon entre 1990 e 1992 – 666 com a marca Opel Omega e 284 como Vauxhall Carlton – todos na cor ‘Imperial Dark Green’, um tom tão escuro de verde que parece preto.

Atualmente, o valor de um Lotus Omega pode chegar a quase R$ 500 mil, tornando-o uma verdadeira lenda automotiva que deve ser respeitada.

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